
Com a vitória colorada de virada por 2x1 no México, o sul do país viu acesa a chama de mais um título da mais importante competição da América do Sul. Com gols de Rafael Sóbis, Leandro Damião e Giuliano, o Internacional conquistou pela segunda vez a Taça Libertadores da América ao vencer por 3x2 o Chivas/MEX no Beira Rio, na última quarta-feira.
Esse título traz à tona, mais uma vez, uma discussão que, já há algum tempo, venho expondo neste blog: o Colorado tem, há anos, o melhor elenco do Brasil, mas não consegue converter esse cenário em títulos expressivos. O que marcou de fato o clube foi, justamente no ano do centenário (2009), ter perdido três títulos: a Copa do Brasil, para o Corinthians; a Recopa Sul-Americana, para a LDU; e o Campeonato Brasileiro, quando uma vitória do Flamengo sobre o Grêmio deu o título ao clube carioca. Apesar disso, sagrou-se campeão da Copa Suruga.

A taça erguida pelo capitão Bolívar representou o primeiro título de expressão da carreira de Celso Roth, que chegou ao Beira-Rio às vésperas da final da Libertadores. Mais que isso, é a vez do Internacional se reafirmar como uma das grandes potências do futebol brasileiro. É, mais uma vez, hora de pintar a América de vermelho e branco. Próxima parada, Abudabi. Decolagem autorizada.

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